Esse incidente
prefigura um equívoco que cometemos ao pensar que o sacrifício supremo que Deus
requer de nós é a morte. O que Deus quer é um sacrifício através da morte, o
qual capacita-nos a fazer o que Jesus fez, ou seja, sacrificar nossa vida para
viver com Ele. Não se trata de "Eu quero morrer contigo", mas,
"Quero ser identificado com a tua morte, de modo que possa sacrificar
minha vida vivente para Deus". Parece que pensamos que Deus quer que
renunciemos às coisas!
Deus corrigiu
esse conceito errado em Abraão e consegue a mesma correcção em nós ainda. Não
há nenhum texto no qual Deus nos diga para renunciarmos a coisas apenas pelo
prazer de renunciá-las. Ele diz-nos que devemos renunciar a elas por amor do
único bem que vale a pena ter – a vida com ele. Tudo é uma simples questão de
se poderem soltar as amarras que fazem de nossa vida um molhe. Assim que isso
acontece, através da identificação com a morte de Jesus, entramos num
relacionamento com Deus por meio do qual podemos oferecer nossa vida como
sacrifício único a ele.
De nada adianta a
Deus você dar-lhe a sua vida para morrer. Ele quer que você seja um
"sacrifício vivo", para que ele possa dispor de rodos os seus
potenciais, agora salvos e santificados através de Jesus. Isso é que é
sacrifício aceitável a Deus.
P/ Oswald Chambers
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