A advertência que necessita de ser reiterada firmemente é a de que os
cuidados deste mundo, a ilusão das riquezas, acrescida da cobiça por muitas
outras coisas, sufocarão tudo o que Deus semear em nós. Nunca estamos livres do
vaivém e dos altos e baixos dessas mesmas interferências. Quando o problema não
vem em forma de vestuário ou alimento, virá sob a forma de dinheiro ou da sua
falta; de amigos ou da sua ausência; ou de circunstâncias mais difíceis. É uma
constante impertinência e, a menos que deixemos que o Espírito de Deus erga seu
estandarte em nós mesmos contra todas essas coisas, elas surgirão como uma
constante intromissão.
"Não
andeis ansiosos pela vossa vida". Preocupa-te apenas com uma coisa única,
diz o Senhor, com o teu relacionamento comigo. Mas, o bom senso grita alto e a
bom som, dizendo: "Isso é absurdo; eu necessito de pensar como vou viver,
tenho que pensar no quanto vou comer e beber". Jesus afirma que não – e
que não mesmo. Mas tomemos aquele cuidado subtil para não nos deixarmos prender
na ideia de que essa afirmação é feita por uma pessoa que não compreende as
circunstâncias particulares da vida na qual nos deparamos. Jesus conhece-as por
dentro e por fora e diz que não devemos parar para pensar ao ponto de
transformá-las numa maior preocupação que a do próprio dia. Sempre que houver
uma competição dentro de nós sobre esse mesmo assunto, certifiquemo-nos antes
que nos achamos preferencialmente a colocar todo o nosso relacionamento com
Deus em dia e no seu devido lugar.
“Basta a
cada dia o seu próprio mal". Quantos males começaram a ser realçados por
si só hoje? Quais os diabinhos que fitaram seu semblante a perguntar:
"Agora, que é que vais fazer no mês que ainda vem? E no próximo ano?"
"Não vos inquieteis", diz Jesus. Torne e olhe e pense de novo. Fixe
sua mente no "quanto mais" do Deus celestial.
P/ Oswald Chambers
P/ Oswald Chambers
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