Se obedecermos a Deus, isso por vezes irá custar mais a outras pessoas do que a nós próprios e isso é doloroso de se ver. Quando amamos profundamente ao Senhor, a obediência não nos custa nada, é um deleite; mas, custará muito àqueles que não o amam. Se obedecermos a Deus, isso quer dizer que os planos de outras pessoas serão afectados e elas escarnecerão de nós. "Você chama isso de cristianismo?" Porém, se quisermos obedecer a Deus, não poderemos evitar esse sofrimento a ninguém; devemos antes deixar que o preço total seja pago.
Nosso orgulho se
entrincheira num ponto que diz: "Nunca aceitarei nada de ninguém".
Mas, ou o aceitamos, ou então estaremos preferindo desobedecer a Deus. Não
temos o direito de querer ter nenhum outro tipo de relacionamento, senão aquele
que o próprio Senhor teve, Luc.8.2,3.
A estagnação da
vida espiritual chega quando dizemos que iremos suportar tudo sozinhos. Não
podemos. Todos os desígnios universais de Deus envolvem-nos de tal modo, que,
no preciso momento em que obedecemos a Deus, outros serão logo atingidos.
Iremos permanecer leais através de nossa obediência a Deus e suportar a
humilhação de nos recusarmos a ser independentes, ou iremos seguir por outro
caminho e dizer: "Não serei causa de sofrimento aos outros"? Podemos
desobedecer a Deus se quisermos também e isso trará alívio imediato à situação,
mas seremos motivo de enorme tristeza para o Senhor.
Ao passo que,
caso obedeçamos a Deus, ele cuidará daqueles que forem afectados através de
todas as consequências advindas da nossa obediência. Temos simplesmente que
obedecer e deixar todas as consequências entregues ao Seu cuidado.
Tenhamos cuidado
com a tendência humana de querer explicar a Deus o que permitiremos acontecer
depois que lhe havemos obedecido."
P/ Oswald
Chambers
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