Estarei eu a demonstrar
espontaneamente meu amor para com Deus ainda, como fiz antes, ou estou apenas
naquela expectativa de que Deus mostre amor para comigo? Estará minha vida
cheia das variadas provas de afeição que alegram Seu coração de todo, ou vivo
me lastimando porque tudo está sendo dificultado para mim? Nunca há alegria na
alma que se esqueceu daquilo que Deus preza. É maravilhoso pensar que Jesus
Cristo precisa de mim – "Dá-me de beber". Que grau de amor demonstrei
para com Ele a semana passada? Tenho cuidado bem da reputação d’Ele em minha
vida?
Deus fala ao seu povo dizendo:
"Agora já não me amam, mas lembro-me ainda do tempo em que me amavam.
Lembro-me... do teu amor quando eras noiva". Sou ainda tão fervoroso na
minha dedicação a Jesus Cristo quanto era no começo, quando fazia questão de
dar provas da minha devoção n’Ele? Será que ele ainda me acha saboreando e
recordando o tempo em que não me importava com mais nada a não ser ele? Ainda
vivo assim, ou passei a ter por ele um amor mais "sensato" e “calmo”?
Será que ainda o amo tanto que não me importa para onde vou? Ou ando preocupado
com o respeito que me devem, com quanto de labor, apenas, devo apresentar?
Se, ao recordar-me do passado e
aperceber-me de que o que Deus lembra a meu respeito é que ele não é mais o que
costumava ser em meu coração, devo envergonhar-me e humilhar-me, porque tal
vergonha produzirá a tal tristeza segundo a qual Deus opera no arrependimento.
P/ Oswald Chambers
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