"Ele os chama pelo nome..." (João 10.3)
É possível conhecer profundamente a doutrina e, ainda assim, não conhecer Jesus de verdade. Quando o saber teórico ultrapassa a experiência de comunhão, corremos risco de uma fé morta. Maria Madalena sabia pouco de teologia, mas sua vida havia sido transformada por Cristo. Ele a libertou de sete demônios (Lc 8.2) e isso ninguém poderia negar.
No jardim, após a ressurreição, ela viu Jesus, mas não O reconheceu. Até que ouviu Seu chamado: “Maria!”. E naquele instante, sua alma respondeu: “Mestre!” (Jo 20.14-16). O relacionamento pessoal é o que faz toda diferença.
Tomé, por sua vez, duvidou até tocar nas feridas de Cristo. Mas quando o fez, declarou: “Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20.28). Pedro, que havia negado Jesus, precisou ser restaurado em amor: “Senhor, tu sabes que eu te amo” (Jo 21.17).
O verdadeiro discipulado não é um acúmulo de informações, mas uma relação viva com Cristo. Ele nos chama pelo nome — e esse chamado é inconfundível.
Baseado em O. Chambers
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