E quanto a nós? Será que temos vivido como filhos que habitam continuamente na casa do Pai? Ou temos nos lembrado dela apenas nos dias difíceis?
Não estamos falando apenas de momentos devocionais, mas de um modo de estar no mundo – com a consciência viva de que pertencemos a Deus. A oração, então, se torna mais do que palavras ditas no secreto: ela se transforma em comunhão constante, em sintonia viva com Aquele que habita em nós.
A infância de Jesus não foi uma espera passiva por sua missão adulta. Ela foi marcada pela presença consciente do Pai. E esse modelo nos desafia: será que temos nos identificado com o Filho? Será que deixamos que o Espírito de Cristo viva, aja e ministre através de nós em cada canto da vida – no lar, no trabalho, nas conversas e nas escolhas?
Não estamos passando por certas situações por acaso. Muitas vezes, Deus permite caminhos específicos porque está moldando em nós o mesmo relacionamento que teve com seu Filho: santo, íntimo, obediente.
Viver em oração é isso: não apenas falar com Deus, mas habitar com Ele. É permitir que Jesus viva Sua vida em nós, do mesmo jeito que viveu entre os homens.
Baseado em O. Chambers
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