A jornada da nossa fé, muitas vezes, é marcada por perdas. É comum que Deus permita que pessoas ou referências importantes sejam retiradas de nossa vida para que Ele mesmo ocupe o lugar que, por direito, sempre foi d’Ele. Mas, quando isso acontece, como reagimos? No ano em que aquele que representava tudo para mim “morreu” — seja de forma literal ou simbólica —, eu desanimei ou vi o Senhor?
A clareza da visão que temos de Deus está profundamente ligada ao estado do nosso caráter. Somente quando algo d’Ele já habita em nós é que podemos reconhecê-Lo com pureza. Antes do novo nascimento, olhamos para tudo com os filtros dos nossos próprios preconceitos e expectativas. É preciso permitir que Deus remova o que é externo e realize uma limpeza interior completa.
O primeiro, o segundo e o terceiro lugar no nosso coração precisam ser d’Ele. Até que possamos dizer, com sinceridade: “Neste mundo inteiro, não há ninguém além de Ti, meu Deus!”
A visão tem um preço. E a prova de que a valorizamos é viver de forma coerente com aquilo que Deus nos revelou. Continue pagando esse preço — porque ver o Senhor vale mais do que qualquer perda.
BAseado em O. Chambers

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