08/08/2025

Oração em Honra do Pai

 

“…E o Santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.” — Lucas 1:35

Se, de fato, o Filho de Deus nasceu em meu corpo mortal, será que a Sua santidade, simplicidade e perfeita unidade com o Pai têm encontrado espaço para se manifestar em mim da mesma forma?

O que aconteceu com a virgem Maria na introdução histórica do Filho de Deus ao mundo acontece, de maneira única, com cada cristão. O Filho de Deus nasce em nós pela ação direta de Deus. Sendo assim, como filhos, devemos viver no exercício constante desse direito: estar sempre diante do Pai, não apenas quando é conveniente.

Que eu possa perguntar a mim mesmo, com admiração: “Por que meu bom senso quer me desviar agora? Ele não sabe que preciso estar na casa de meu Pai?” (Lucas 2:49). Independentemente das circunstâncias, o Filho santo e inocente deve permanecer em contato permanente com o Pai que habita em mim.

Sou suficientemente simples para me identificar assim com o meu Senhor? Ele tem encontrado liberdade para cumprir a Sua maravilhosa vontade em minha vida? Deus consegue perceber que Seu Filho está sendo formado em mim (Gálatas 4:19) ou será que, de alguma forma, O tenho colocado de lado?

Ah, que grito se ouve nos dias atuais! Muitos clamam para que o Filho de Deus seja retirado, rejeitado, silenciado. Não há espaço para Ele; não há tempo para uma comunhão serena com o Pai no íntimo do coração humano.

Está o Filho de Deus orando através de mim ou sou eu quem tenta dar-Lhe ordens? Ele tem operado em mim como operava durante Sua vida aqui na terra? Sua paixão está viva em mim para que se cumpram plenamente os Seus propósitos?

Quanto mais conhecemos a vida interior dos servos mais experientes de Deus, mais entendemos o Seu objetivo: “preencher o que resta das aflições de Cristo” (Colossenses 1:24). Sempre haverá algo mais a ser completado nessa obra de preencher o que falta.

Baseado em O. Chambers 



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