A nossa jornada com Deus, muitas vezes, é marcada por perdas. Não são poucas as vezes em que Ele permite que figuras importantes em nossa vida — nossos heróis, conselheiros, amigos — sejam afastadas. É como se Ele dissesse: “Agora, deixe-Me ser tudo para você.” E quando isso acontece, é comum desfalecermos, vacilarmos ou até mesmo adoecermos interiormente.
Mas pare e reflita: no ano em que “morreu” aquele que, para você, representava tudo o que Deus é — você desanimou, desistiu, ou viu o Senhor com novos olhos?
A forma como enxergamos Deus está diretamente ligada ao estado do nosso coração. Nosso caráter molda a revelação que recebemos. Antes de declarar “Vi o Senhor”, algo d’Ele já precisa ter nascido em nós. Sem esse novo nascimento, sem essa transformação interior, tudo o que veremos serão sombras distorcidas pelos nossos próprios preconceitos.
Por isso, é necessário um esvaziamento — das influências externas e das impurezas internas — até que reste apenas Ele. Deus precisa ocupar o primeiro, o segundo, o terceiro lugar... até que tudo em nós esteja voltado unicamente para Ele. Que possamos dizer com verdade: “Neste mundo, não há ninguém além de Ti, meu Deus. Ninguém mais.”
Continue pagando o preço da entrega. Mostre a Deus, com sua vida, que você está disposto a caminhar segundo a visão que d’Ele recebeu.

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