
O ato de crer em Jesus Cristo não é fruto da razão humana ou da emoção provocada por discursos convincentes. Trata-se de um milagre que nasce da ação direta do Espírito Santo por meio da obra redentora de Cristo. O poder criativo da redenção se manifesta não por causa da habilidade do pregador, mas pela eficácia do próprio evangelho.
Nesse contexto, o verdadeiro “jejum” do pregador não está apenas em abster-se de alimentos, mas em renunciar à tentação de usar técnicas de persuasão, retórica refinada ou performances que atraiam louvor para si. Qualquer esforço para impressionar pode se tornar um obstáculo à pureza da mensagem e à atuação do poder de Deus.
O pregador é apenas um instrumento, um embaixador, como afirma 2 Coríntios 5:20: “Como se Deus exortasse por nosso meio”. A responsabilidade é anunciar a mensagem de Cristo, e não buscar glória pessoal ou promover ideais humanos.
Se a resposta à pregação for apenas admiração pela forma como foi dita — e não uma aproximação sincera a Jesus —, então houve falha no propósito. Quando há qualquer traço de vanglória humana na apresentação da mensagem, o risco é transformar-se num empecilho à ação redentora.
Baseado em O. Chambers
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