O problema é quando tentamos parecer “profundos”. Quando usamos espiritualidade para impressionar, para mostrar que somos mais sérios que os outros. Isso não é profundidade — é orgulho disfarçado.
Jesus, o mais profundo de todos, viveu as coisas simples: comer, conversar, caminhar… e fez tudo como Filho de Deus. Se Ele não fugiu das coisas comuns, por que nós fugimos?
As coisas simples também são espirituais. Deus está nelas.
O cuidado é: não exponha suas profundidades para qualquer um. Guarde o que é íntimo entre você e Deus. E lembre-se: antes de desconfiar dos outros, desconfie de você mesmo. Muitas vezes, a pessoa mais enganadora que enfrentamos somos nós.
Profundidade de verdade não é barulho. É vida diária vivida diante de Deus — em cada detalhe.
Baseado em O. Chambers
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