Marta acreditava no poder de Jesus. Ela sabia que, se Ele estivesse presente, seu irmão poderia ter sido curado. Também cria que Jesus tinha uma comunhão especial com Deus, e que tudo o que pedisse, o Pai faria. Mas faltava algo: uma intimidade verdadeira com o próprio Cristo. Sua fé ainda era distante, voltada para um futuro — uma ressurreição que ainda viria. Jesus, com paciência, a conduziu até que ela finalmente dissesse: “Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo...” (João 11:27).Marta passou de uma fé teórica para uma fé viva e pessoal. E é exatamente isso que Jesus quer de nós: não apenas que creiamos sobre Ele, mas que creiamos nele. Às vezes, Ele nos conduz por caminhos difíceis justamente para nos levar a essa intimidade — onde a fé deixa de ser conceito e se torna relacionamento.Crer é mais do que concordar com uma verdade — é se entregar a ela. É deixar que a fé transforme mente, coração e atitudes. Quando nos encontramos face a face com Cristo e ouvimos Sua pergunta: “Crês tu isto?”, percebemos que confiar Nele é tão essencial quanto respirar. E então entendemos: a fé não é esforço, é rendição.
Baseado em O. Chambers

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