Às vezes o dia parece simplesmente desandar.Um engarrafamento que surge do nada, o computador que trava na pior hora, uma reunião cancelada sem explicação. A gente reclama, perde a paciência e sente que tudo está fora do controle.Mas e se esses contratempos não fossem aleatórios?E se cada atraso, cada frustração e cada desvio fosse, na verdade, uma forma de proteção que a gente ainda não consegue enxergar?Eu costumava ficar com tanta raiva quando meus planos desmoronavam.Um pneu furado, uma reunião cancelada, qualquer coisa que bagunçasse meu dia perfeitamente organizado.Mas então, comecei a enxergar esses “incômodos” de outra maneira.O que eu descobri mudou completamente a minha compreensão sobre intervenção divina — e pode mudar a sua também.Essa percepção se tornou ainda mais profunda quando conheci histórias reais ligadas ao 11 de setembro.Pesquisas feitas nos Estados Unidos detectaram que nem todos que trabalhavam nas torres gêmeas sucumbiram no 11-09. E qual não foi a surpresa quando apareceram os motivos.Teve gente que voltou para casa apenas para trocar um sapato apertado.Teve a mãe que só não estava na torre porque o filho derramou leite na mesa.E houve quem ficou preso do lado de fora porque a avó deixou a chave trancada por dentro da porta, obrigando a chamar um chaveiro — tempo suficiente para mantê-la longe do local do ataque.Pequenos atrasos.Pequenas frustrações.Grandes livramentos.Essas histórias me fizeram entender algo profundo:às vezes, aquilo que parece atrapalhar o seu dia está, na verdade, salvando você de algo que você ainda não pode ver.E essa perspectiva transformou completamente a maneira como enxergo a intervenção divina —e pode transformar a sua também.
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