17/03/2013

16-03 e 17-03 meditações diarias...

O Mestre Julgará
"Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal do Cristo", 2 Cor.5.10
Paulo diz que todos nós, pregadores ou não, compareceremos "perante o tribunal do Cristo". Caso aprenda a viver na luz de Cristo neste presente momento, quando vier o julgamento, logo se deleitará pela obra efectuada em si por Deus. Mantenha-se firmemente de cara voltada para o tribunal de Cristo; viva agora à luz do que conhece de mais sagrado e puro. Uma atitude injusta em relação a outra pessoa terminará sendo dominada pelo espírito de Satanás, por mais santo que você seja. Bastará uma simples decisão carnal e a consequência será um inferno dentro de seu coração. Ponha essa questão na luz imediatamente e ore: "Meu Deus, cometi este erro". Se não o fizer, seu coração crescerá na insensibilidade e dureza. O castigo trazido pelo pecado é estabelecer e enraizar o pecador mais e mais em seu pecado. Não é só Deus quem nos irá punir pelo nosso pecado; o pecado instala-se em nós e cobra de nós todos seu alto salário próprio. Não há esforço nem oração que nos capacite para pararmos de fazer certas coisas; e o castigo que o pecado nos impõe é, aos poucos, levar-nos a nos acostumarmos com tudo que ele é a ponto de não mais querermos reconhecê-lo como pecado. Nenhum poder, a não ser o influxo do Espírito Santo, pode alterar estas consequências inerentes ao pecado.

"Se, porém, andarmos na luz como ele está na luz". Para muitos de nós, andar na luz significa que os outros andem de acordo com nosso padrão. Hoje em dia o farisaísmo mais mortífero não é a hipocrisia, mas, antes uma inconsistente vida de mentira.
   
17 De Março
O Supremo Alvo do Servo e Obreiro
"É por isso que também nos esforçamos... para lhe ser agradáveis", 2Cor.5.9
"É por isso que nos esforçamos..." Mantermo-nos sempre apontando para o nosso alvo supremo, exige de nós um esforço decisivo e uma capacidade de resolução santificada. Significa firmarmo-nos, a cada ano que passa, no supremo ideal, não no anseio de conquistar almas, ou de fundar igrejas, ou de promover avivamentos, mas apenas de "Lhe ser agradáveis". Não é a falta de experiência espiritual que nos leva ao fracasso, mas, a falta de esforço para nos mantermos nesse nosso ideal. Pelo menos uma vez por semana, faça um balanço diante de Deus e verifique se você está a manter sua vida dentro daqueles padrões que ele deseja para si. Paulo é como um músico que não se preocupa com o aplauso da plateia, contanto que possa ver, no olhar, aquela aprovação de seu Maestro.

Qualquer outro alvo que nos faça desviar, por pouco que seja, do objectivo central de sermos "aprovados" por Deus, pode levar-nos a sermos prontamente desqualificados. Aprenda a discernir para onde o levam os seus alvos e o que atingem e verá por que é necessário viver voltado para o Senhor Jesus Cristo a tempo inteiro. Paulo diz: "Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que... não venha eu mesmo a ser desqualificado", 1 Cor.9.27.

Terei de aprender a ver todas as coisas e a olhá-las sob a atenta Luz daquele objectivo supremo e a manter esse rumo incondicionalmente (sem condições) e sem qualquer interrupção. Meu valor para Deus em público é o mesmo que tenho em particular. Será que meu objectivo supremo é agradar o Senhor e de tornar-me inteiramente aceitável para ele, ou será algo menor, por mais nobre que seja?

 

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