A salvação não é apenas libertação do
pecado, nem a experiência da santificação; a salvação de Deus é a total
libertação do tudo que sou para entrar numa união total com Cristo. A
experiência da salvação tem a ver com a libertação do pecado e com a
nossa santificação; mas, a salvação significa que o Espírito de Deus nos
colocou em contacto com a personalidade que é Deus e o que me leva a
vibrar com algo infinitamente maior de tudo quanto possa imaginar,
envolvido na entrega que Deus faz de si mesmo a mim.
Dizer que somos chamados a pregar santidade
ou santificação é ficar girando aos círculos. Somos chamados a proclamar
Jesus Cristo. O facto de ele nos salvar de todo o pecado também e de nos
tornar santos é parte do efeito duma maravilhosa entrega pessoal a Deus.
A entrega nunca produz a consciência do seu
próprio esforço, porque ficamos cativados por Aquele ser a quem nos
entregamos para que nos envolva. Evite falar sobre entrega pessoal se
nada sabe a esse respeito de maneira prática; e, também, nunca saberá o que
ela é enquanto não perceber que João 3.16
significa, isto é que Deus se deu de modo absoluto, total e
incondicional. Em nossa entrega damo-nos de volta a Deus, exactamente
como Deus se deu por nós, sem reservas. Nem levamos em linha de conta as
consequências dessa entrega porque estamos totalmente consumidos por ele.
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