Quem se recusa a admitir que há maldade no coração humano, quando for confrontado com o pecado, em vez de lutar, vai se render e dizer: “Não adianta tentar mudar”. E você? Está preparado para esse momento? Para encarar de frente o poder das trevas? Ou ainda tem uma imagem idealizada de si mesmo que ignora a realidade do pecado?
Você já parou pra pensar que o pecado pode estar agindo nos seus relacionamentos e amizades? Se não reconhecer isso, será surpreendido e, sem perceber, vai acabar cedendo. Mas, se você enxergar o pecado como algo real, logo perceberá o perigo de certas escolhas e atitudes: “Sim, isso pode me levar a algo ruim”.
Reconhecer o pecado não destrói amizades — pelo contrário, fortalece vínculos honestos, pois mostra que todos nós precisamos de transformação. Cuidado com qualquer visão de vida que ignore essa verdade.
Jesus nunca depositou confiança na natureza humana em si, mas também não era cético ou desconfiado, porque confiava totalmente no que Ele poderia realizar através de nós. A pessoa pura é aquela mais protegida do mal — não a ingênua ou inocente. Inocência é coisa de criança. Deus nos chama a sermos puros e virtuosos, não apenas inocentes. Por isso, negar o pecado não é sinal de pureza — é uma barreira para alcançá-la.
Texto baseado em O. Chambers

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