12/06/2025

Quando o interesse próprio adormece e o verdadeiro interesse desperta.

12 De Junho

"Mestre, onde vives?... Vinde e vede" João 1.38,39

Quando deixamos o ego de lado e despertamos para o verdadeiro propósito da vida — estar com Cristo — algo precioso acontece. "E ficaram com Ele aquele dia." Muitos de nós conseguimos fazer apenas isso: passamos um breve tempo com Ele, e logo voltamos às preocupações diárias. O interesse próprio reaparece, e nos afastamos da presença de Jesus. Mas a verdade é que não existe circunstância ou estilo de vida em que não seja possível permanecer em Cristo.

"Tu és Simão... mas serás chamado Cefas." Deus só escreve esse novo nome — nossa nova identidade — nas áreas da vida onde o orgulho, a autossuficiência e o egoísmo foram apagados. Para alguns, esse novo nome aparece só em alguns pontos, como manchas espirituais — há momentos em que parecemos profundamente espirituais, mas em outros não conseguimos manter o mesmo padrão. O verdadeiro discípulo é aquele em quem o novo nome foi escrito por inteiro, em cada aspecto do ser. Nele, o orgulho e o ego já não dominam.

O orgulho é uma forma sutil de idolatria — uma autoidolatria. Hoje, ele não se expressa apenas como o orgulho dos fariseus, mas também como o dos publicanos. Dizer: “Ah, eu não sou nenhum santo” pode soar humilde, mas na verdade é uma forma inconsciente de blasfemar contra Deus. Essa frase é como dizer: “Sou fraco demais, sem esperança, fora do alcance da graça de Deus.” No fundo, é uma recusa em crer que Deus pode, sim, transformar você em alguém santo. A humildade diante das pessoas, às vezes, é incredulidade disfarçada diante de Deus.

Por que você ainda não é santo? Ou porque não quer ser, ou porque ainda não crê que Deus pode fazer isso em você. Talvez você pense: “Seria ótimo se Deus me salvasse e me levasse direto para o céu.” E é exatamente isso que Ele fará — mas começando agora: “Viremos a ele e faremos nele morada.”

Não imponha condições. Deixe que Jesus seja tudo em sua vida, e Ele o levará para Sua casa — não apenas por um dia, mas para sempre.

Texto baseado em O. Chambers

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