Jesus estabelece as regras de conduta para com todos aqueles que têm o
seu Espírito. Com um simples argumento contido nestes versículos, ele
incentiva-nos a estar sempre a pensar no controle que Deus exerce sobre
todas as coisas, o que significa que o discípulo deve manter tanto uma
atitude de perfeita confiança quanto o anseio de pedir e de buscar.
Programemos nossa mente com o conceito de que Deus está presente. Depois
que a mente toma consciência dessa mesma verdade, quando estivermos em
dificuldades, tão fácil quanto respirar será pensar assim: "Ora, meu Pai
está vendo tudo!" Isso não exigirá nenhum esforço; acontecerá
naturalmente quando sobrevierem problemas. Antes disso, porém, o normal
seria procurar uma pessoa ou outra para ajudar-nos; agora, a noção do
controle divino começa a ser formado com grande intensidade em nós que
buscamos uma solução de Deus para tudo. Jesus estabelece as regras de
conduta para aqueles que têm o seu Espírito e o princípio básico é: Deus
é meu Pai; ele me ama; nenhum detalhe de minha vida que eu possa imaginar
será esquecido por ele; por que razão estarei eu a preocupar-me?
Há ocasiões, diz Jesus, em que Deus não pode remover as trevas da nossa
vida; mas, confiemos nele mesmo assim. Deus parecerá ser um amigo
insensível, mas, não o é; parecerá ser um Pai anormal, mas, não o é;
parecerá ser um juiz injusto, mas, não o é. Mantenhamos cada vez mais
forte a convicção de que em tudo existe um desígnio de Deus. Nada
acontece, nem situação nenhuma, sem que a vontade de Deus assim o
determine; portanto podemos descansar em perfeita confiança nele. Orar
não é apenas pedir, mas, é uma atitude de coração que produz o clima no
qual pedir é perfeitamente natural. "Pedi e dar-se-vos-á",
Mat.7:7.
P/ Oswald Chambers
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