A verdade que o Novo Testamento nos apresenta é firme, profunda e inegociável: a vida cristã autêntica gira inteiramente em torno da supremacia de Jesus Cristo. No entanto, muitos movimentos de “santidade” da atualidade evitam essa realidade. Criam um ambiente cheio de religiosidade, oração e devoção superficial, mas sem qualquer ligação real com o valor da morte de Cristo. É uma experiência que não é sobrenatural, nem marcada pelo sacrifício do Cordeiro, nem selada de forma visível pelo Espírito Santo — aquela marca que faz o mundo olhar e reconhecer:“Isso é obra do Deus Todo-Poderoso.”O Novo Testamento apresenta algo radicalmente diferente: uma entrega total e pessoal a Jesus Cristo, não a uma ideia religiosa sobre Ele. Qualquer experiência que não nasce dessa união profunda com Cristo é desconectada da verdadeira fé — porque não exige novo nascimento, não exige regeneração, não exige entrar no reino onde Cristo vive e reina.Nesses outros caminhos, Jesus é tratado apenas como um exemplo moral elevado.Mas o evangelho revela muito mais:Ele é a nossa salvação. Ele é a Boa-Nova viva de Deus.Jesus declarou:“Quando vier o Espírito da verdade Ele me glorificará” (João 16:13-14).E é exatamente isso que acontece com quem se rende à revelação bíblica: Deus derrama o Espírito Santo, que passa a interpretar dentro de nós tudo o que Cristo fez por nós — e também tudo o que Ele deseja realizar em nós hoje. É o Espírito quem aplica em nossa vida a obra da cruz, transformando-nos de dentro para fora e glorificando Jesus em cada área.
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