Temos sempre de dar o
primeiro passo como se Deus não existisse. Não adianta esperar que Deus
nos ajude – ele não ajudará; mas, assim que nos levantamos, descobrimos
que ele está ali mesmo. Sempre que Deus nos inspira, a iniciativa
torna-se um imperativo. Temos que fazer a tarefa e não permanecer
inertes. Se nos dispusermos e resplandecermos, as tarefas enfadonhas se
tornarão divinamente transfiguradas.
As tarefas enfadonhas
constituem um dos melhores meios de testarmos o carácter de alguém. Essas
tarefas geralmente são serviços que não têm quase nada a ver com o nosso
ideal; são tarefas humildes, bastante desagradáveis; e quando elas se apresentam
a nós, sabemos imediatamente se somos ou não somos espiritualmente
autênticos, João 13. Ali vemos o Deus
encarnado executando o mais desprezível tipo de tarefa servil, lavando os
pés de pescadores; e ele diz: "Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos
lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros".
Necessitamos da inspiração de Deus bem como de sua luz para darmos conta
de tais tarefas enfadonhas. A maneira como algumas pessoas fazem
determinado tipo de serviço, glorifica-o para sempre. Pode ser a tarefa
mais vulgar de todas, mas, depois que a vemos feita, ela nos será muito
diferente. Quando o Senhor faz uma obra através de nós, ele sempre a
transfigura. O Senhor assumiu ser carne e a transfigurou e ela tornou-se,
para todo cristão, o templo Espírito Santo.
P/ Oswald Chambers
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